quarta-feira, 16 de maio de 2007

Interesse Público

Taxodium distichum (L.) Richards . Lisboa -Jardim da Parada
Árvore classificada de interesse público em 1947 .
Dimensões segundo Ernesto Goes em Árvores Monumentais de Portugal
5.60m P.A.P.
27m. Altura
24m. de diâmetro de copa.

A placa de identificação que pode ser vista na árvore, classifica-a como Taxodium mucronatum - Cipreste do Mexico, uma espécie ainda mais rara entre nós e à qual pertence a árvore maior do mundo. Em que ficamos?

A consultar no Sombra Verde, COMO CLASSIFICAR UMA ÁRVORE.


terça-feira, 15 de maio de 2007

Valham-nos eles!


Jacaranda mimosaefolia . Lisboa

"Já está. Lisboa ficou diferente. A maior parte das vezes, a mudança é gradual, nota-se aos poucos, aqui e ali, parecem efeitos da timidez. De vez em quando, como este ano, a transformação é brusca, quase radical. De repente, olha-se em frente, para cima, ao largo, e tudo está diferente. Não me refiro, evidentemente, à Câmara de Lisboa, que também se prepara para mudar. São os jacarandás, senhores! Este ano, foram ligeiramente tardios. Mas apareceram ao mesmo tempo. Já se podem ver nos seus melhores solares, na Avenida D. Carlos I, na Rua Castilho, no Parque Eduardo VII, em Belém, na Rua do Salitre, no Parque das Nações e nas avenidas novas. E em tantos jardins escondidos da cidade. Vale a pena festejá-los. Sobretudo em tempo de lágrimas, para nos consolarmos do assassinato sumário de umas dezenas de plátanos no Campo Pequeno. Queiramos ou não, os lisboetas, as autoridades e talvez os portugueses em geral não gostam decididamente de árvores! Ou, se gostam, não praticam."
(...)
Mudanças e atrasos
Público - 13.05.2007, António Barreto- Retrato da Semana


segunda-feira, 14 de maio de 2007

Árvores veneráveis

Jerôme Hutin é um "peregrino das árvores". Tem como objectivo e profissão, localizar, fotografar e proteger as mais antigas árvores do planeta, é autor do livro " Les Arbres Venerables" e lançou recentemente um apelo, na forma de uma petição, para que as árvores monumentais de todo o mundo sejam reconhecidas pela UNESCO como Património Natural Mundial e assim protegidas. Não refere na sua obra nenhuma árvore Portuguesa e faz bem, porque nunca se sabe quando é que uma árvore monumental Portuguesa é abatida em nome sabe-se lá de quê.



Em -Árvores Monumentais de Portugal (1984), Ernesto Goes faz um inventário das árvores excepcionais de Portugal, com o objectivo de " (...) mentalizar toda a gente pelo respeito pelas árvores, principalmente por aquelas que pela sua idade e porte deveriam ser rigorosamente protegidas."

Neste seu livro, Goes refere: " Na antiga Estação Agronómica Nacional em Sacavém (hoje Bairro social da Petrogal), há uma oliveira multissecular, que tem 4,70 m de P.A.P.. Que está considerada de interesse público."

De pouco valeu o interesse público a esta oliveira, se era a mesma de que me fala José Manteigas nesta mensagem. E tudo indica que sim!



(...) resolvi partilhar a fotografia de uma oliveira que está no Hospital Residencial do Mar em Sacavém, no Bairro da Petrogal.
Já há vários anos que não ia ali, provavelmente por antecipar o que encontrei hoje.
(...) De acordo com um colega - que entretanto já faleceu - o último Director da Estação Agronómica de Sacavém (?), no edifício da qual agora está instalado o hospital, no dia em que se reformou terá dito qualquer coisa como: "Tomem cuidado com aquela oliveira porque tem a idade de Jesus Cristo".
Tanto quanto me recordo essa oliveira não está no sítio onde esteve e - se assim for - o mais provável é não estar em lado nenhum.
Atrás deste edifício existia um pequeno olival que está destruído. As suas oliveiras também aparentavam ter uma idade muito respeitável. Algumas das que lá estão - não sei se sobraram - foram "podadas" recentemente.

Não sendo a fotografia que gostava de partilhar, estou seguro de que concordará que é um belo espécime de Olea europaea, na realidade é a fotografia de uma sobrevivente...
"

Olea europaea . Sacavém . Fotografia de José Manteigas


Sobrevivente... Ao que tudo indica de um massacre como tantos a que infelizmente já nos vamos habituando.

sábado, 12 de maio de 2007

Bela e não só


Mackaya bella Acanthaceae . Lisboa Estufa fria

É um arbusto ou pequena árvore endémico da Africa do Sul, já ganhou um Award of Garden Merit da Royal Horticultural Society (RHS), que é o mesmo que dizer que é uma planta cheia de qualidades.


sexta-feira, 11 de maio de 2007

Rosêlha-pequena

Cistus crispus L. - Ericeira

Mais um grupo

Cistaceas de todo o mundo no Flickr


Saganho-Mouro

Cistus salviifolius L. - Ericeira

Alcar

Tuberária lignosa Samp.* Cistáceae
A família das Cistáceas é muito comum em Portugal, são em geral plantas que conseguem tirar partido dos solos mais pobres, achei graça quando ao consultar o site de um Inglês que cultiva Cistáceas, ele alertava para o "perigo" dos solos ricos e fertilizados no cultivo destas plantas. A germinação das sementes é activada pelo calor e mesmo pelo fogo, sendo esta provavelmente outra razão que justifica o seu sucesso por cá.
Em Portugal o género Cistus Lin. é muito comum e variado como justificam a grande variedade de nomes populares (Estêva; Ládano; Lábdano; Roselha; Xara, Estevão; Rosêlha; Saganho; Sargaço; Estevinha...). No Alentejo descobriu-se recentemente a grande riqueza que constituem os óleos essenciais da muito comum Esteva (Cistus ladanifer).
Existem outros géneros porventura menos conhecidos na família das cistaceas, Halimium, Helianthemum, Fumana e Tuberária, são plantas espontâneas comuns em Portugal apesar de alguns exemplares específicos estarem em perigo de extinção.
Curiosamente, se os nomes comuns das Cistus estão bastante documentados, para os restantes géneros não são fáceis de encontrar (pelo menos em Português). O Género Tuberária (sin. Xolantha), recebe este nome por causa da forma das raízes (Túberas= Trufas) por esta razão recebem nomes comuns como Tuberária ou Erva-das-Túberas.

A Tuberária lignosa Samp.* ou Xolantha tuberaria é chamada pelo povo, Erva-da-Desinfecção e utilizada em infuso contra úlceras e feridas de difícil cicatrização, chamam-lhe ainda Arcádia, Arouca, e Alcar. Alcar? Alguém sabe porquê.
*Gonçalo Sampaio em Flora Portuguesa

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Salvem esta árvore!


Plátanos no Campo Pequeno . Ontem

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Abraçar uma árvore

Tilia tomentosa . Campo Pequeno (hoje)
Se eu pudesse abraçava esta árvore.
Como salvar as árvores que restam no Campo pequeno? Os Jacarandás, as Olaias, alguns Plátanos importantes...
Matar árvores para fazer um jardim.... Nunca vou entender esta lógica.

Ganda Grupo!

Geranium sanguineum

Flora Portuguesa no seu habitat vão até lá...


terça-feira, 8 de maio de 2007

Porque elas não podem gritar

Lisboa . Parque Eduardo VII

São cada vez mais as vozes que se levantam contra, o muito mal explicado, abate de árvores monumentais no Campo Pequeno em Lisboa. Estas vozes vão juntar-se numa petição que visa esclarecer as causas e responsabilidades deste acto.

Para que estes casos não voltem a acontecer e para garantir a saúde e longa vida a árvores como estas temos MESMO que assinar.


LISBOA TEM QUE SER RESSARCIDA PELO ABATE DAS ÁRVORES NO CAMPO PEQUENO!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

O Flecha



A guardar o meu maior tesouro. A minha reserva de plantas espontâneas.



Tuberaria guttata ou Xolanta gottata


E flores silvestres.

sábado, 5 de maio de 2007

Mentiras no Campo Pequeno



"já vão em 145 árvores derrubadas, e dizem-me que serão 200. Isto é uma vergonha!"

Texto daqui

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Vozes

1 Árvore morta no Campo Pequeno, 2 Árvores mortas no Campo Pequeno, 3 Árvores mortas no Campo Pequeno, 4 Árvores mortas no Campo Pequeno, 5 Árvores mortas no Campo Pequeno, 6 Árvores mortas no Campo Pequeno, 7 Árvores mortas no Campo Pequeno, 8 Árvores mortas no Campo Pequeno, 9 Árvores mortas no Campo Pequeno, 10 Árvores mortas no Campo Pequeno, 11 Árvores mortas no Campo Pequeno, 12 Árvores mortas no Campo Pequeno, 13 Árvores mortas no Campo Pequeno, 14 Árvores mortas no Campo Pequeno, 15 Árvores mortas no Campo Pequeno, 16 Árvores mortas no Campo Pequeno, 17 Árvores mortas no Campo Pequeno, 18 Árvores mortas no Campo Pequeno, 19 Árvores mortas no Campo Pequeno, 20 Árvores mortas no Campo Pequeno, 21 Árvores mortas no Campo Pequeno, 22 Árvores mortas no Campo Pequeno, 23 Árvores mortas no Campo Pequeno, 24 Árvores mortas no Campo Pequeno, 25 Árvores mortas no Campo Pequeno, 26 Árvores mortas no Campo Pequeno, 27 Árvores mortas no Campo Pequeno, 28 Árvores mortas no Campo Pequeno, 29 Árvores mortas no Campo Pequeno, 30 Árvores mortas no Campo Pequeno, 31 Árvores mortas no Campo Pequeno, 32 Árvores mortas no Campo Pequeno, 33 Árvores mortas no Campo Pequeno, 34 Árvores mortas no Campo Pequeno, 35 Árvores mortas no Campo Pequeno, 36 Árvores mortas no Campo Pequeno, 37 Árvores mortas no Campo Pequeno, 38 Árvores mortas no Campo Pequeno, 39 Árvores mortas no Campo Pequeno, 40 Árvores mortas no Campo Pequeno, 41 Árvores mortas no Campo Pequeno, 42 Árvores mortas no Campo Pequeno, 43 Árvores mortas no Campo Pequeno, 44 Árvores mortas no Campo Pequeno, 45 Árvores mortas no Campo Pequeno, 46 Árvores mortas no Campo Pequeno, 47 Árvores mortas no Campo Pequeno, 48 Árvores mortas no Campo Pequeno , 49 Árvores mortas no Campo Pequeno ..... (continua)

Dor

Campo Pequeno . Abate de árvores 3 maio 2007

Ontem andei por Lisboa umas vezes de cabeça no ar, outras mais triste e cabisbaixa, vi as as Árvore-garrafa da Sidónio Pais a florir e tirei fotografias das espantosas florezinhas de cera, não me posso esquecer de as mostrar um dia destes, vi os castanheiros da Índia que começam perder as flores e fotografei os pequeníssimos ouriços que vão aparecendo em vez delas.

Na Av. fontes Pereira de Melo vi as árvores tristes, mal tratadas e doentes no meio de uma multidão de carros e gente cabisbaixa. Passei pelo Campo Pequeno e fiquei com as pernas a tremer e um nó na garganta ao ver o que por lá se passava perante a indiferença de todos, tirei fotografias.

Para desanuviar ainda fotografei uma Bela-sombra num espantoso florir... e eu que tinha tanto a dizer sobre a Bela-sombra e o seu florir, mas agora já não consigo. E as Robinias cor-de-rosa que estão a florir também e são tão, tão fotogénicas que bem que ficavam aqui, e a Chaenomeles japonica maltratada que está cheia de frutos nos poucos ramos que lhe restam, e os Jacarandás que estão a querer florir... Mas não consigo.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

O centro comercial e as árvores

Jardim do Marquês de Marialva . 1940
Centro comercial e os Plátanos condenados. hoje

Em troca dos 97 Plátanos saudáveis e quase centenários que estão a ser abatidos no Campo Pequeno, os Lisboetas receberam mais um enorme centro comercial, sem luz natural, claustrofóbico e confuso. Provavelmente isto não os incomoda muito, porque é nos centros comerciais que muitos dos Lisboetas passam os seus tempos livres e não perto das árvores.


A mim, incomoda claro! Mas o que mais me custa é ver que os poucos Lisboetas que dão a voz contra este abate selvagem são criticados, acusados de demagogia e de falta de conhecimentos técnicos para falar no assunto. Desde quando é preciso formação especifica ou conhecimentos técnicos para se gostar de árvores?

segunda-feira, 30 de abril de 2007



Fremontodendron californicum . Sterculiaceae

Já aqui referi algumas vezes a família Sterculiaceae quando falei das Dombeyas, no entanto esta família botânica não é comum em Portugal. Tem cerca de 60 géneros e mais de 1000 espécies quase todas tropicais, as mais conhecidas são o Cacaueiro, e a Cola (Cola acuminata) que é utilizada na Coca-Cola. As Esterculiáceas pertencem actualmente à vasta e muito mais conhecida e comum entre nós, família Malvaceae.


Dos cerca de 60 géneros de Esterculiáceas, para além dos que já referi, só conhecia as Brachychiton que existem em algumas ruas e jardins de Lisboa (as árvores garrafa da Av. Sidónio Pais) e do Porto, todas as outras eram totalmente desconhecidas, até ter encontrado nos Kew garden esta beleza Californiana surpreendentemente bem adaptada ao rigoroso clima de Londres.

Fica a sugestão aos responsáveis pelos nossos jardins, se a menina estava satisfeita em Londres imaginem só a festa que ela faria por cá.

domingo, 29 de abril de 2007

Árvores Felizes #3



Sequoiadendron giganteum . Kew gardens

REGRA Nº2 PARA FAZER UMA ÁRVORE FELIZ

As árvores podem ser muito maiores que os homens.


As árvores sabem algumas coisas mas não são inteligentes, as mais ingénuas vivem com a fantasia de chegar ao céu. os homens, porque são inteligentes, não se devem sentir ameaçados ou condenar estes comportamentos megalómanos, devem educadamente afastar-se e contemplar estas árvores de longe porque só assim conseguem compreendê-las.

Aqui, um poema e uma árvore


sábado, 28 de abril de 2007

Árvores Felizes #2



Árvores felizes . Kew gardens

REGRA Nº1 PARA FAZER UMA ÁRVORE FELIZ

As árvores devem ser autorizadas a tocar na terra com os seus ramos sempre que queiram.

É comum nas árvores felizes que certos ramos toquem no chão. Embora este não me pareça um comportamento inapropriado para uma árvore, certos autodenominados jardineiros consideram que esta mania de tocar no chão é pura desobediência, uma árvore, segundo eles, tem um tronco alto para afastar os ramos e as folhas dos nossos caminhos e quando algum ramo ameaça aproximar-se de território proibido deve ser imediatamente cortado.

Eu gosto muito de ver as árvores felizes a tocarem no chão, é quase como se viessem cá a baixo agradecer todo o carinho que receberam. Sim, as árvores felizes, têm que receber cuidados carinhosos e nada faz uma árvore mais infeliz do que cortarem-lhe os seus ramos.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Flor do dia


Cornus nuttallii x florida . Kew Gardens

Espero que o Paulo não me leve a mal, mas hoje vou aproveitar a aula do "dias" de hoje e fazer minhas as palavras dele. Está lá tudo tão bem explicadinho e eu estou tão preguiçosa...
E ainda sobre o híbrido da fotografia, um excerto deste texto
In 1986 to honour the first hundred years of Vancouver as a city, a tree was selected to officially honour Vancouver's centennial. It is the hybrid dogwood, bred and introduced by the afore mentioned local nurseryman H .M. Eddie. It is a cross between the Pacific dogwood and C. florida ,with the name 'Eddie's White Wonder' ; and indeed it is, and comely too. Since 1990 there have been plantings of 'Eddie's White Wonder' along streets, on School grounds in the city and in particular on Cambie Heritage Boulevard's roadsides and median It is more floriferous, consistently covered with blossom, with larger white floral bracts than the Pacific Dogwood. The tree has a stronger constitution, with hybrid vigour and a richer more brilliant fall colour: 'Eddies White Wonder' dogwood is ideally suited to Vancouver's climate.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Árvores Felizes #1


Fagus sylvatica purpurea . Kew Gardens
Num parque (à séria) onde só faz falta o céu azul.

terça-feira, 24 de abril de 2007

"Esfumato"


Quando eu morrer,
Voltarei para buscar
Os instantes que não vivi,
Junto do mar.
Sophia de Mello Breyner

domingo, 22 de abril de 2007

Póstumo





Era assim a

Chaenomeles japonica

sexta-feira, 20 de abril de 2007

BASTA!



Fiquei chocadíssima quando ontem no Parque Eduardo VII (na zona entre o clube VII e o Marquês de Pombal) encontrei a Chaenomeles japonica que tenho regularmente vindo a fotografar, porque era uma planta fora de série, neste estado lastimoso.


É evidente que quem fez este vergonhoso trabalho não tinha nenhum tipo de conhecimentos técnicos para o fazer, eu também não sou especialista nesta matéria, mas não tenho dúvidas de que num jardim público quem arrasa com uma planta que está no auge do seu esplendor está a cometer um crime. Esta planta estava ainda a florir, as folhas tinham acabado de rebentar o seu porte era espantoso e único. Preparava-se para frutificar abundantemente, duvido que os seus frutos possam ser vistos em algum outro local de Lisboa.


Todos os crimes têm responsáveis e neste caso a responsabilidade é da ignorância, da falta de sensibilidade, da falta de respeito pela vida....Tenho muita vergonha de viver num país sem educação onde se acha infantil e superficial amar a natureza e em que a relação dos homens com a natureza é tão fria.

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E talvez este blog fique por aqui. Porque não consigo ficar indiferente a estes casos. Mostrar imagens tristes não era o meu objectivo.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Ideias com flores

Little field of flowers
Tord Boontje para Nanimarquina

“I believe that if we see design as a way of shaping the future of our world, it should be as exciting and thrilling as a great film or book. At the same time, it should communicate not only who we are, but also how we would ideally like our world to be.”

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Fernando Catarino


A turma do Tiago fez no sábado passado uma visita de estudo ao Jardim Botânico guiada pelo Professor Fernando Catarino, claro que me fiz logo convidada, o Tiago ainda resmungou um bocadinho - Vai ser a única mãe a ir... Afinal estavam lá mais mães e alguns pais.
Falar sobre plantas a crianças de dez anos, não é tarefa fácil, mas este Professor não se preocupa com idades e fala-nos do fundo do coração, diverte-se, come as flores, conta anedotas, desloca-se no seu jardim como se estivesse a dançar, impossível não ser contagiado pelo seu inesgotável entusiasmo e se porventura, a alguns meninos não conseguiu passar a sua paixão pelas plantas, fica-lhes uma lição igualmente importante, a da sua vida.
'find your passion and make it your profession ... and you'll never work again.'

terça-feira, 17 de abril de 2007

Elas voltaram

As folhas, claro!

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Ela e ele

Caryocar microcarpum Ducke
pequiarana-da-várzea

Era uma vez um homem que se apaixonou por uma flor linda de morrer... (aqui)
foto de Zenog

quarta-feira, 11 de abril de 2007


Artocarpus heterophyllus
O maior fruto do mundo... Na terra onde as árvores são respeitadas e chamadas pelos seus nomes, as sombras são preciosas, os frutos deliciosos e os cheiros estonteantes.