segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
No prado
Quero um cavalo de várias cores,
Quero-o depressa que vou partir.
Esperam-me prados com tantas flores,
Que só cavalos de várias cores
Podem servir.
Reinaldo Ferreira . via Don Vivo
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11.4.10
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Santinhas
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6.4.10
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domingo, 4 de abril de 2010
Árvores do mundo
Um projecto inspirador: University of Arkansas Fort Smith campus, Arboretum, com uma lista de árvores muito bem feita e que é um prazer consultar.
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4.4.10
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sábado, 3 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Perder #2
Andei a ver fotografias antigas e encontrei esta com uma árvore que já acabou há algum tempo, era a árvore maior da minha rua, muito maior que todas as outras. Na verdade as árvores muito grandes não acabam - o que acaba são as histórias e assim - as árvores muito grandes quando morrem deixam um vazio que não é fácil de entender, ensinam-nos a perder.
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2.4.10
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Ansiedade
Quero compor um poema
onde fremente
cante a vida
das florestas das águas e dos ventos.
Que o meu canto seja
no meio do temporal
uma chicotada de vento
que estremeça as estrelas
desfaça mitos
e rasgue nevoeiros — escancarando sóis!
Manuel da Fonseca . "Poemas Dispersos"
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2.4.10
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E Orquídeas bravas
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2.4.10
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Tempo de Gerânios
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1.4.10
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E no Príncipe Real...
Infelizmente continuam as trapalhadas. E as mentiras não são de hoje.
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1.4.10
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Finalmente!
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31.3.10
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Bonito!
"O Príncipe Real estava podre!"
foram as palavras do Vereador que de jardins percebe muito pouco.
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31.3.10
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As Fadas
As fadas... eu creio n'ellas!
Umas são moças e bellas,
Outras, velhas de pasmar...
Umas vivem nos rochedos,
Outras, pelos arvoredos,
Outras, á beira do mar...
Antero de Quental . do poema "As Fadas"
E haverá, aí por esse lado, alguma alma caridosa que saiba o nome desta flor felpuda?
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terça-feira, 30 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.
Nuno Júdice
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27.3.10
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sexta-feira, 26 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Un Albero
Ninguém se sabe exprimir de forma mais bonita do que os italianos.
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24.3.10
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terça-feira, 23 de março de 2010
Fraxinus
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23.3.10
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domingo, 21 de março de 2010
Das árvores
Não se esqueçam de cumprimentar as árvores que cruzam os vossos caminhos. Porque hoje o dia é delas.
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21.3.10
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sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Promenade Plantée
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19.3.10
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quinta-feira, 18 de março de 2010
O Equinócio de Março
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terça-feira, 16 de março de 2010
O Jardim Romântico
P.S. Dedicado a estes amigos.
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16.3.10
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Rio quase mar
See the world in green and blue
See China right in front of you
See the canyons broken by cloud
See the tuna fleets clearing the sea out
See the Bedouin fires at night
See the oil fields at first light
And see the bird with a leaf in her mouth
After the flood all the colors came out
It was a beautiful day
Don't let it get away
Beautiful day
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16.3.10
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segunda-feira, 15 de março de 2010
O cheiro das Frésias
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15.3.10
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domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Narciso
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11.3.10
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quarta-feira, 10 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Para que servem os Jardins Botânicos
Tirado daqui
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8.3.10
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domingo, 7 de março de 2010
O Orgulho da Madeira
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7.3.10
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sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Já que tem de ser assim...
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5.3.10
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Poema da flor proibida
Por detrás de cada flor
há um homem de chapéu de coco e sobrolho carregado.
Podia estar à frente ou estar ao lado,
mas não, está colocado
exactamente por detrás da flor.
Também não está escondido nem dissimulado,
está dignamente especado
por detrás da flor.
Abro as narinas para respirar
o perfume da flor,
não de repente
(é claro) mas devagar,
a pouco e pouco,
com os olhos postos no chapéu de coco.
Ele ama-me. Defende-me com os seus carinhos,
protege-me com o seu amor.
Ele sabe que a flor pode ter espinhos,
ou tem mesmo,
ou já teve,
ou pode vir a ter,
e fica triste se me vê sofrer.
Transmito um pensamento à flor
sem mover a cabeça e sem a olhar
De repente,
como um cão cínico arreganho o dente
e engulo-a sem mastigar.
António Gedeão
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5.3.10
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People Are Like Seasons
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quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
As Amendoeiras de Camus
Albert Camus . "O Verão" (1954)
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3.3.10
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Os Invernos não se querem demolidores, mas às vezes acontece
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terça-feira, 2 de março de 2010
Flores
É nestas flores, em particular, que
vejo desenhar-se uma linha que me leva
de mim a ti, passando sobre um campo
invisível, onde já não se ouvem
os pássaros, e onde o vento não faz cair
as folhas. Estamos em frente de um canteiro
puramente abstracto, e cada uma destas flores
nasceu das frases em que o amor se manifesta,
e do movimento dos dedos sobre a pele,
traçando um fio de horizonte
em que os meus olhos se perdem. Por isso estão
vivas, e alimentam-se da seiva
que bebem nos teus lábios, quando os abres,
e por instantes a vida inteira se resume
ao sorriso que neles se esboça.
Nuno Júdice
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2.3.10
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