terça-feira, 23 de agosto de 2016

Civismo

A minha filha foi trabalhar para um banco em Londres, ontem o dia de trabalho foi passado num parque público a apanhar urtigas e outras infestantes, não foi castigo mas civismo. Toda a gente, mesmo quem passa a vida dentro de um escritório,  deve ter a noção do trabalho que dá cuidar de um jardim. Imagino que seja esta a ideia.  Uma boa ideia!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Manhãs assim

 Buddleja davidii

sábado, 20 de agosto de 2016

Passear

Num país onde as árvores estão constantemente em perigo é uma agradável surpresa reencontrar árvores que conhecemos desde sempre.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Coisas



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Um choupo que já não existe

Populus nigra (Lisboa . Av. Fontes Pereira de Melo)
Absurdamente abatido para construir uma ciclovia...

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Das árvores que eu vi nascer (12)

Um dragoreiro que já por aqui passou. E a constatação de que às vezes os dragoeiros crescem o mesmo do que as filhas.

As minhas rosas


Tempos estranhos estes que vivemos, em que o título de uma mensagem não diz necessariamente respeito ao seu conteúdo.

sábado, 25 de junho de 2016

Homens com flores (16)


Prince . Lovesexy (1988)

Tempos estranhos estes que vivemos, em que o título de uma mensagem é mais importante do que o seu conteúdo.

Segue o teu destino,

 
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
(...)
Ricardo Reis

domingo, 19 de junho de 2016

I rest my case









As árvores de Lisboa estão nas mãos de incompetentes, autistas e prepotentes que não aceitam dialogar.
E mais não digo.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ramo de cheiros

Mentha pulegium

poejo
O termo pulegium, que deriva da palavra pulex (pulga), deve-se ao antigo costume de queimar poejo no interior das casas para repelir estes insectos.

sábado, 11 de junho de 2016

Quase a florir

Echeveria shaviana