Só...

No Jogo das Contas de Vidro tudo tem de ser possível, incluindo por exemplo que uma planta fale latim com o senhor Lineu (Hermann Hesse)
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Rosa
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27.12.07
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23.12.07
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Labels: Poesia
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21.12.07
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Labels: Lineu
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20.12.07
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20.12.07
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Labels: Fernando Pessoa
Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender -
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer
Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
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20.12.07
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Labels: Fernando Pessoa, Poesia
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19.12.07
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Labels: laurisilva
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19.12.07
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Labels: Estufa Fria
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18.12.07
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18.12.07
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Labels: Eugénio de Andrade, Poesia
I'd like to be under the sea
In an octopus' garden in the shade
He'd let us in, knows where we've been
In his octopus' garden in the shade
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17.12.07
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17.12.07
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Labels: Thoreau
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16.12.07
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15.12.07
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(....)
Nas ruas e avenidas,
Enluaradas de espanto,
Penavam, passavam vidas,
Mas espectrais, diluídas
Na cor maciça do encanto.
E a carne das cantarias,
Branca já de seu condão,
Desmaiava em anemias
De marítimas orgias
De um fado de perdição.
Miguel Torga
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14.12.07
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Labels: Poesia
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13.12.07
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Labels: árvores de Botelho
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13.12.07
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Labels: Fotografia
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9.12.07
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6.12.07
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Labels: Realismo fantástico
Tenho cá para mim - sem certeza nenhuma - a impressão que a música não é vegetariana. No entanto...
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5.12.07
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4.12.07
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Labels: o meu Liquidambar
Calluna vulgaris L.
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2.12.07
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1.12.07
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29.11.07
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Labels: Poesia

Floriram por engano as rosas bravas
No Inverno: veio o vento desfolhá-las...
Em que cismas, meu bem? Porque me calas
As vozes com que há pouco me enganavas?
(...)
Camilo Pessanha (1867.1926)
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28.11.07
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Labels: Poesia


Tenho cá para mim... A certeza de que uma das melhores coisas que se pode ter na vida, é uma árvore.
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27.11.07
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Evadir-me, esquecer-me, regressar
À frescura das coisas vegetais,
Ao verde flutuante dos pinhais
Percorridos de seivas virginais
E ao grande vento límpido do mar.
Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
Caminho
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25.11.07
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25.11.07
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Labels: Dombeya
(...)
A minha herança pra você é uma flor
Um sino, uma canção, um sonho
Nenhuma arma ou uma pedra eu deixarei
A minha herança pra você é o amor
Capaz de fazê-lo tranquilo, pleno
Reconhecendo no mundo o que há em si
E hoje nos lembramos sem nenhuma tristeza
Dos foras que a vida nos deu
Ela com certeza
Estava juntando você e eu
Achei você no meu jardim
(...)
Vanessa da Mata . "Minha Herança: Uma flor"
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24.11.07
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Um Jardineiro - dos que já há poucos - não despreza, nem mesmo, as flores que caem no chão, como desprezam os funcionários dos espaços verdes.
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21.11.07
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Labels: Espaços-verdes, jardineiro