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terça-feira, 28 de abril de 2009

Ainda a Revolução

"Às nove horas saí de casa em busca de jornais e de convívio. As certezas da vitória avolumavam-se e a rua era uma romaria a crescer. Daí a pouco os cravos vermelhos floriam nas espingardas dos soldados, radiantes, fraternos e orgulhosos, e começava a ouvir-se «o povo, unido, jamais será vencido!». Recordo os risos, as lágrimas e os abraços dessa manhã radiosa."


sábado, 25 de abril de 2009

Flower power


Porque o 25 de Abril não é só um feriado, é o dia em que contamos aos nossos filhos que numa revolução - que muitos esperavam - se usaram cravos vermelhos nos canos das espingardas.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

quinta-feira, 27 de abril de 2006

O Presidente e os cravos

Vamos ser razoáveis, todos nós já conhecíamos o senhor. Já todos deviam saber que ele não gosta de flores! Não gosta nem nunca há de gostar, homens daqueles desprezam as flores e tudo o que elas simbolizam se os Portugueses quisessem um presidente com cravo na lapela deviam ter votado noutro candidato.

Mas a insensibilidade de um presidente não deve questionar os símbolos históricos de um país, a revolução ficou mundialmente conhecida como a Revolução dos Cravos, eu acho lindo uma revolução com nome de flor é uma imagem belíssima para a história de um país.

Não tenho a mínima idéia de qual vai ser o papel do Presidente Cavaco na história de Portugal, mas espero sinceramente que a Revolução de Abril seja lembrada como a Revolução dos Cravos, que a história da florista que em plena revolução distribuiu cravos pelos soldados na baixa de Lisboa seja contada a todos os meninos e que as imagens das flores nos canos das G3 lembrem ao mundo inteiro que no dia 25 de Abril de 1974 em Portugal se fez uma Revolução sem violência.