quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
terça-feira, 1 de abril de 2014
O Sr.Lineu também se enganava
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Aquilégia
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Metamorfoses
Glauco nasceu um pescador mortal. Descobrindo acidentalmente uma erva mágica que conseguia trazer os peixes que apanhava de volta à vida, decidiu experimentá-la em si mesmo. Após provar a erva, Glauco tornou-se imortal, mas também criou barbatanas e cauda de peixe, o que o forçaria a viver o resto da sua existência na água. Apesar de insatisfeito com esse efeito colateral, Glauco foi recebido por Oceano e Tétis com as honras das divindades, das quais aprenderia a arte da profecia.
Glauco apaixonou-se por Cila, uma bela ninfa, mas não foi correspondido: a ninfa sempre se afastava da água quando ele tentava aproximar-se, assustada pela sua aparência. O deus recorreu então ajuda à feiticeira Circe, pedindo-lhe que preparasse uma poção que fizesse que Cila o amasse. Porém, estando a própria bruxa já apaixonada por ele, tentou dissuadi-lo com palavras afetuosas. Ele, contudo, afirmou que árvores cresceriam no fundo do mar e algas no cimo das montanhas antes que ele deixasse de amar Cila.
Enfurecida, Circe enfeitiçou a fonte em que Cila se banhava, para que esta se tornasse um monstro de doze pés e seis cabeças. Então, quando Cila finalmente entrou na fonte, viu serpentes na água. Tentando fugir, deu-se conta de que as serpentes eram na verdade o seu próprio corpo. A ninfa foi chorar a Glauco, que a recusou devido à sua aparência terrível. Circe esperou a visita do deus, mas ele, sabendo ter sido obra dela, não a perdoou pela crueldade.
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25.1.11
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
Certezas
Absolutas, teve o Sr. Lineu quando se atreveu a dar nomes universais aos seres vivos.
Muito gosto eu do Sr.Lineu.
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24.4.09
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quinta-feira, 5 de março de 2009
A vida íntima das plantas
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5.3.09
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Dia de Gerânios

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23.2.09
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Out of Africa
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sábado, 23 de agosto de 2008
Poeta Naturalista
No que respeita à Botânica, Lineu desenvolve todo o seu trabalho com base na observação directa e no conhecimento profundo que tinha da natureza, é espantoso como hoje em dia com os avanços da genética, as classificações de Lineu feitas mesmo antes de Charles Darwin apresentar a sua teoria de evolução, ainda fazem tanto sentido, são tão respeitadas e sofreram tão poucas alterações.
Eu (que não tenho nenhuma relação com a ciência) vejo a obra de Lineu, nomeadamente a sua Taxonomia, mais do que como uma obra científica, uma obra de arte criação de uma mente iluminada, que me encanta. Lineu ao nomear as plantas consegue a extraordinária façanha de contar as suas histórias, nomeia-as com o coração, com sentido de humor, com respeito e admiração, com desdém (chega a dar o nome de um seu opositor a uma insignificante erva daninha), com poesia (Strindberg escreveu "Lineu era na realidade um poeta que por acaso se tornou um naturalista"), com verdade e sem receios (a igreja repugnava as suas teorias)... Mas sobretudo com um enorme conhecimento não só da natureza mas do mundo. É por isso um desafio delicioso, cada vez que encontro uma nova planta, descobrir como é que Lineu lhe chamou e porquê. Nem sempre lá consigo chegar até porque o coração tem razões que a própria razão desconhece.
Recordo a propósito os versos de Alberto Caeiro
" A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe
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23.8.08
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
"No Jogo das Contas de Vidro tudo tem de ser possível, incluindo por exemplo que uma planta fale latim com o senhor Lineu"
Hermann Hesse
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21.12.07
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sexta-feira, 10 de agosto de 2007
De amor
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e
Leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.
E graças a teu amor, vive oculto em meu
Corpo o apertado aroma que ascende da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.
Te amo diretamente sem problemas nem orgulho;
Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
Senão assim, deste modo, em que não sou nem és.
Tão perto de tua mão sobre meu peito é minha,
Tão perto que se fecham teus olhos com
Meu sonho..."
Pablo Neruda . Cem Sonetos de Amor (1959)
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10.8.07
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quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Flores de museu
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30.11.06
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