sábado, 20 de agosto de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Um choupo que já não existe
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Rosa
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30.6.16
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segunda-feira, 27 de junho de 2016
Das árvores que eu vi nascer (12)
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27.6.16
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Tempos estranhos estes que vivemos, em que o título de uma mensagem não diz necessariamente respeito ao seu conteúdo.
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Rosa
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27.6.16
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sábado, 25 de junho de 2016
Tempos estranhos estes que vivemos, em que o título de uma mensagem é mais importante do que o seu conteúdo.
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25.6.16
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domingo, 19 de junho de 2016
I rest my case
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19.6.16
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segunda-feira, 13 de junho de 2016
Ramo de cheiros
poejo
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13.6.16
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sábado, 11 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
quarta-feira, 25 de maio de 2016
O primeiro dia da minha primeira peónia
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25.5.16
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Labels: Varanda
sexta-feira, 6 de maio de 2016
As árvores de Lisboa precisam de atenção, apareçam!
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6.5.16
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quarta-feira, 4 de maio de 2016
domingo, 1 de maio de 2016
Mais um Livro
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1.5.16
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Labels: Thoreau
Elas andam por aí...
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sexta-feira, 29 de abril de 2016
Quanto vale uma paisagem?
A situação e políticas económicas de Portugal foram analisadas pelo Comité em 23 de setembro de 2014. O projeto de relatório foi depois revisto à luz das discussões e o relatório final foi aprovado por todo o Comité em 6 de outubro de 2014.
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29.4.16
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quarta-feira, 27 de abril de 2016
Um brasileiro em terras portuguesas
A verdade, porém, é que a quinta -pelo menos a quinta afidalgada- parece representar uma rectificação portuguesa -com influência quer dos antigos romanos, através dos Joões de Castro que os copiaram nos gestos, nas atitudes e nos estilos de vida patrícia, quer dos ingleses, que a doçura do clima foi atraindo aos arredores de lisboa- aos exageros de desamor às árvores altas, grandes e quase inúteis: desamor desenvolvido na Europa ibérica por árabes desejosos de aproveitar o máximo das terras para sua policultura útil, económica, bem dirigida. Desamor não de todo contrariado por frades ou monges cujo interesse nas extensões de terras sob o seu domínio se fixou antes na exploração agrária que na conservação, considerada por muitos deles talvez só estética -pecaminosamente estética- de matas ou paisagens. Mesmo assim parece que é principalmente a frades com alguma coisa de paisagistas em seu modo de ser latifundiários, que se deve o que há de coroado por arvoredo antigo e português na paisagem mais castiça. As matas, ainda hoje com alguma coisa de monástico, do Buçaco, por exemplo.
Gilberto Freyre (1951)
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27.4.16
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terça-feira, 26 de abril de 2016
Os meus pinheiros e os eucaliptos do vizinho
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26.4.16
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sábado, 23 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
O jardim público
Le jardin public procure au visiteur l’agrément d’un lieu en retrait de la norme urbaine.
Les codes de la ville sont abandonnés à l’entrée et la liberté des tenues ou des attitudes favorise les rencontres.
On retrouve des étudiants révisant leur cours, des retraités se promenant, de jeunes parents et leur enfant.
Lycéens, étudiants, travailleurs en pause s'y restaurent le midi.
Des musiciens ou des acteurs de théâtre profitent de cet espace pour répéter.
Le jardin public est, dans la ville, un lieu incontournable de socialisation.
O Largo Manuel Emídio da Silva, meia laranja de passeios largos e convidativos, que pedem solarengas esplanadas para fazer frente à restante azáfama da vida citadina, é um local que outrora foi um fervilhante ponto nevrálgico da Estrada de Benfica e porta principal do Jardim Zoológico de Lisboa e que foi aos poucos sendo abandonado pela população e pelo comércio.
Deste modo, a Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica propõe-se transformar este icónico Largo num novo jardim, o “Jardim das Cores” com o qual pretendemos brindar os nossos fregueses e os lisboetas em geral.
Este denominado “Jardim das Cores”, terá como função revitalizar não só o Largo como todo o comércio envolvente, proporcionando um agradável espaço de lazer (...)
O concurso terá como tema “As Cores”, desejando-se que pela vida que traduzem invistam também o espaço de uma nova vida, animando espíritos e libertando a mente(...)
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Rosa
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18.4.16
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