Convento da Arrábida

Convento da Arrábida, Serra da Arrábida, Setúbal (Portugal), originally uploaded by Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian.
"We are suffering from plant blindness," she said.

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Rosa
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23.10.08
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Again and again, however we know the landscape of love
and the little churchyard there, with its sorrowing names,
and the frighteningly silent abyss into which the others
fall: again and again the two of us walk out together
under the ancient trees, lie down again and again
among the flowers, face to face with the sky.
Rainer Maria Rilke . (tradução de Stephen Mitchell)
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16.10.08
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Labels: Poesia
Sobre a crise dos mercados financeiros que é também crise de todos nós, por acaso não tenho nada a dizer, se calhar devia...
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Rosa
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16.10.08
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No Sombra Verde, claro! E no Ultraperiférico.
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15.10.08
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15.10.08
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E as inevitáveis Árvores de Botelho
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13.10.08
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Labels: árvores de Botelho
A Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian no Flickr.
Com este novo serviço a Biblioteca pretende alargar o seu público e possibilitar aos que já são utilizadores uma nova forma de consulta e acesso a um património único. Num momento em que “todos” estão na Web e se criam comunidades de interesse para a partilha de informação e conhecimento, a Biblioteca pretende estar onde os seus utilizadores reais e potenciais cada vez mais se encontram.
Amadeu e Lucie por Alexandre Pomar
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Rosa
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12.10.08
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Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Cecília Meireles
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11.10.08
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Labels: Poesia
Há tempos disse isto sobre as nossas casas, continuo a ter a mesma opinião, no entanto não foi indiferença, mas sim angústia o que este video me provocou.
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7.10.08
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6.10.08
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6.10.08
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Labels: Poesia
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4.10.08
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Mas agora sei com a respiração da parte de trás da cabeça. Hoje as flores sabem-me bem num paladar que se cheira. Hoje às vezes acordo e cheiro antes de ver.( Alberto Caeiro)
Era preciso agradecer às flores
Terem guardado em si,
Limpida e pura,
Aquela promessa antiga
De uma manhã futura.
Sophia de Mello Breyner