quinta-feira, 28 de junho de 2007

O estado da arte

Hamish Fulton Bird Rock / Fifty One, 1983 . Colecção Berardo

A Oliveira Salazar coube-lhe em sorte Caloustre Gulbenkian. A José Sócrates saiu-lhe Joe Berardo. A arte e a cultura não tem culpa, nem de um, nem de outro...
Tomas Vasques (aqui)


Eu cá só gostava é que o homenzinho estivesse calado, é que aquilo (das bandeiras, fundação, Benfica e sei lá mais o quê...) à hora do jantar não cai nada bem.
Para ver filmes com ogres bonzinhos sempre prefiro o Shrek.

Agora a sério. Vale a pena ler tudo o que o Alexandre Pomar tem a dizer sobre a colecção.

4 comentários:

brilho-de-conta disse...

LoL...

tiraste-te as palavrinhas da boca...

realmente aquele berardo valha-me deus... só no nosso país-(zinho)...

do seu vasto orçamento poderia investir também num pouco mais no seu português, mas infelizmente o dinheiro não compra inteligência...

brilho-de-conta disse...

bem confesso que o meu português anterior também é uma vergonha, mas isso é porque penso devagar e escrevo depressa :|

desculpa...

Ver disse...

Podes vir cá escrever depressa sempre que quiseres que eu agradeço.

Paulo disse...

E o que o Berardo gostaria era de ficar conhecido como o Gulbenkian 2. Valha-nos a colecção.