terça-feira, 20 de março de 2007



"curiosidade: quando houver 350 horas (tantas como os dias do ano) de temperaturas acima dos 20ºC, os jacarandás florescem da noite para o dia."


Comentário de um visitante anónimo

segunda-feira, 19 de março de 2007

Til o grande

Flores e fruto do Til

Ocotea foetens . Lauraceae (JB da Ajuda)

Endemismo Canário-Madeirense, esta é a maior árvore da Laurissilva (floresta madeirense), 20 a 30 metros, excepcionalmente 40 metros.

O nome Til tem gerado alguma confusão com o da Tília, nomeadamente na tradução de textos, mas esta árvore nada tem a ver com a Tília.

É também chamada Árvore-da-Chuva porque em certas condições de ambiente a condensação nas folhas provoca a queda de gotas de água.

O nome foetens porque a sua excelente madeira quando recentemente cortada exala um cheiro desagradável.

Orgulho da Madeira, ou talvez não.

Echium candicans . Boraginaceae

Esta é outra planta Portuguesa que a maior parte dos Portugueses desconhecem. Embora por cá não se ligue muito à jardinagem, quase toda a gente conhece e utiliza nos seus jardins plantas exóticas, é o caso dos Hibiscos, Buganvílias, Hortênsias e por aí adiante.

Esta Planta de porte magnífico e flores atractivas, endémica da ilha da Madeira, é conhecida em todo o mundo pelo nome Pride of Madeira e muito utilizada em jardinagem, por cá recebe com alguma indiferença o nome comum Massaroco (creio que por causa da forma das suas inflorescências) e muito raramente é vista ao lado das espécies exóticas de que tanto gostam os jardineiros Portugueses.

sexta-feira, 16 de março de 2007

Primavera

Aqui, a Primavera começa hoje.
Depois do Inverno, morte figurada,
A primavera, uma assunção de flores.
A vida
Renascida
E celebrada
Num festival de pétalas e cores.
Miguel Torga
Enviado pela Maria lua

segunda-feira, 12 de março de 2007

Muito, pouco ou nada...

sexta-feira, 9 de março de 2007

Assembleia da República

Poda desastrosa a um Jacarandá mimosifolia na Assembleia da República

Este tronco, quando era uma árvore, tinha uma particularidade, era o primeiro Jacarandá de Lisboa a florir, talvez porque estava protegido dos ventos mais frios ou porque todo aquele branco da parede vizinha lhe ampliava os raios solares, ou só porque tinha pressa de florir (era um Jacarandá ainda jovem...Um Jacarandá adolescente). A verdade é que era ele que me avisava que a época azul estava para breve.
Hoje fui dar com ele assim, triste e envergonhado e logo percebi que o único azul que este ano poderá ser visto por aqui está naquele sinal do parque de estacionamento da Assembleia da república.

segunda-feira, 5 de março de 2007

A frutificar neste momento

Parece ser uma Corisia a frutificar no Jardim das Janelas verdes em Lisboa. Nem sempre estas árvores conseguem frutificar no nosso clima.

domingo, 4 de março de 2007

A uma árvore desconhecida....

Liriodendron tulipifera

sábado, 3 de março de 2007

Olá Olaia

Cercis siliquastrum

sexta-feira, 2 de março de 2007

A florir neste momento

Chaenomeles japonica - Rosaceae

O género Chaenomeles tem cerca de quatro espécies e muitos híbridos, é parente próximo dos Marmeleiros (Cydonia) e as suas semelhanças podem causar algumas confusões na identificação.

Vulgarmente chamado Marmeleiro japonês (Japanese quince, dwarf Japanese quince), esta espécie (C.japonica) produz um fruto muito semelhante aos nossos marmelos, mas mais pequeno, que é igualmente utilizado em conservas e doces.

Mas são as vistosas flores encarnadas e a precoce época de floração (fim do Inverno) as principais qualidades que eu encontro neste arbusto que é tão pouco utilizado em jardinagem no nosso país.

No Botany photo of the day gerou-se alguma polémica sobre esta classificação.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Estivação

Haemanthus coccineus (ver o link)
Em Setembro e em Fevereiro
Durante o verão todos os vestígios desta planta desaparecem, só o bolbo permanece debaixo do solo, desta forma aguenta toda a época seca sem necessidade de qualquer rega.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Girls


Mondriaan

“I feel there is something unexplored about woman that only a woman can explore.”

Georgia O'Keeffe


Aqui no lado direito estão uma série de links que fui acrescentando sem outro critério que o prazer imenso que me proporcionam as visitas diárias a quase todos eles. Aos poucos pretendo organizar esta lista de alguma forma possibilitando o seu crescimento e quem sabe, alguma utilidade. Hoje vou acrescentar uma "categoria" à minha lista de links "As Exploradoras" porque acho fascinante a capacidade que algumas mulheres têm de explorar o que lhes é essencial.

Ele e ela

Salix atrocinerea
clik sobre a imagem para ampliar

Ela e ele

Salix atrocinerea (ela)


Salix atrocinerea -(ele)
Amentilho: Espiga de flores Unissexuadas, que se desprende inteira depois da maturação.

São assim as flores dos Salgueiros ou Borrazeira-preta, esta é uma planta dióica, ou seja, dá flores masculinas ou femininas em pés diferentes e a polinização é feita pelos insectos.

No meu jardim existe uma Sra. Salix atrocinerea e mesmo ao lado um Sr. Salix atrocinerea, só nesta altura do ano é que é evidente a sua diferença de género, os amentilhos masculinos são mais exuberantes e vistosos, a Sra. Borrazeira opta por um florir mais simples e discreto mas também com grande estilo.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Ó ribeiras chorai | Que eu não volto | A cantar

Morreu hà 20 anos um homem bom que usou as flores e as palavras como alguns homens usam armas.


A formiga no carreiro
Vinha em sentido contrário
Caiu ao Tejo
Ao pé dum septuagenário
Larpou trepou às tábuas
Que flutuavam nas águas
E de cima duma delas
Virou-se pró formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro



Zeca Afonso .1973 . Venham mais cinco.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Pedra sobre pedra


Continua a ser a melhor maneira de construir muros no jardim.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Parque do Tejo

Lavandula

Teucrium fruticans
Quase dez anos passados da Expo 98, apesar do excesso de construção que foi permitido nesta zona, a qualidade e atenção dada aos espaços verdes faz, a meu ver, com que o balanço seja positivo.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Orvalho do mar

Rosmarinus officinalis L.
Esta é uma daquelas plantas que poderia e devia fazer parte de todos os jardins em Portugal. Fui encontrar estes em alegre florir mesmo à beira do rio Tejo no Parque das Nações fazendo justiça ao seu nome latino Rosmarinus (ros – orvalho, marinus - do mar). Por cá utilizamos o nome Alecrim de origem árabe e que significa coroa das montanhas.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

O Parque Eduardo VII (continuação)




(...)Com sentido da realidade Keil, mantém as pré-existências morfológicas e desenvolve uma solução de conciliação, prolongando visualmente a Avenida e rematando-a no alto da cumeada com um imponente edifício de carácter cívico. Este espaço no topo da Alameda assumido como acrópole da cidade, sob a qual se estende um tapete verde que leva a vista até ao Tejo, recupera a ideia de miradouro monumental e de passeio público magestoso e repousante. Parque de vocação urbana e monumental com 30 hectares, Keil pensou-o como Parque Central de Lisboa apoiado e dinamizado pelo mais digno equipamento: o Palácio da Cidade, implantado na acrópole, justificação retórica de um sentido de grandeza civilizada.

Sobre o eixo aberto da avenida, desenha a Alameda Central relvada, ladeada por passeio em calçada à portuguesa, dividindo o parque em dois sectores de verde mais arborizado e denso. No lado ocidental redesenha o lago, reordena a Estufa Fria e projecta a entrada junto à margem. No sector oriental desenvolve uma sequência de estadias. O conjunto deveria ser rematado pelo Palácio da Cidade implantado no espaço de acrópole miradouro marcado pelas colunas monumentais. Pensado como sede de todos os serviços culturais da Câmara, com salas de exposições e auditórios, o Palácio da Cidade foi pretexto para a eterna luta dos espíritos mais tacanhos, retrógrados e reaccionários da cultura portuguesa.

A discussão sobre a arquitectura do Palácio da Cidade radicalizou o confronto entre os mentores do regime e os defensores de uma arquitectura despojada no seu rigor clássico que apontava para uma nova monumentalidade. Inspirados nos traçados urbanos de Washington que visitara, Keil elaborou diversos estudos com a preocupação de renovar o sentido de monumentalidade. Na verdade, o topo norte do Parque Eduardo VII transformou-se num local mítico entre o frustrado Palácio da Cidade, a colunata triunfal e a estátua que não passou do pedestal.

in: Ana Tostões - Monsanto, Parque Eduardo VII, Campo Grande, Keil do Amaral arquitecto dos Espaços verdes de Lisboa, Lisboa, salamandra, 1992.



Triste, inútil e abandonada.

Mesmo ao lado o selecto (e inapropriado para o local) clube VII (ver aqui)

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Hoje no parque

As Prunus entraram em cena....
2º acto – Fevereiro
(...)E surge, miudinha e singela, a flor branca-rosada da Prunus cerasifera var. atropurpurea, o “abrunheiro-de-jardim”, brotando tenuamente nos ramos bem escuros desta árvore.(...)

Tirado de :
Espectáculo em 12 actos num dos palcos do jardim... Ana Cristina Pessoa Tavares

Esta Prunus do Parque Eduardo VII, floresce antes de todas as outras, mas não tem uma flor tão "miudinha e singela" como a referida no texto anterior. Tenho dúvidas quanto à sua classificação

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Hoje acredito, que um dia....


Um dia

Um dia, gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.

O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados irreais
E há-de voltar aos nosso membros lassos
A leve rapidez dos animais.

Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.

Sophia de Mello Breyner Andresen

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Tília africana

Sparmannia africana -Tiliaceae
Mais uma planta africana a florir em Janeiro, é conhecida por Cânhamo-africano (African hemp), Tília africana, ou Tília de interiores (Tilleul d'appartement). Este último nome porque é utilizada com sucesso como planta de interiores. Quanto ao nome African hemp, não tenho até ao momento nenhuma pista.

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Flores justas

Rosas do meu jardim

Hoje podemos comprar flores cortadas a preços muito baratos, estão a aparecer lojas de flores deslumbrantes com uma enorme variedade de oferta e preços surpreendente baixos. Claro que o consumidor agradece, comprar flores frescas é visto culturalmente como sinal de qualidade de vida e bom gosto e quanto mais barato melhor!


Mas será mesmo assim?
Valerá a pena a produção intensiva de flores com todos os inconvenientes conhecidos neste tipo de actividade, para podermos dar largas aos nossos impulsos?


Em países pobres como o Quénia foram implementadas enormes estruturas para produção de flores que têm sido desastrosas para os recursos hídricos do país. Enormes quantidades de flores são diariamente enviadas para a Europa (Holanda, Reino unido) onde os grandes monopólios da distribuição as revendem com escandalosas margens de lucro, é por este meio que as flores chegam por exemplo a Portugal.


Calculo que este negócio da produção de flores, se por um lado está a ser desastroso ecologicamente para o Quénia, é hoje indispensável para a sua subsistência económica. Tudo se complica quando os próprios implementadores deste tipo de indústrias, os monopólios da distribuição Ingleses, decidem ser politicamente correctos e reduzir a sua pegada ecológica reduzindo as importações para metade.


Pessoalmente não gosto do aspecto artificial destas flores. Por outro lado não me admira nada que as flores bonitas sejam caras, Já semeei algumas e sei o trabalho e a taxa de insucesso a que está sujeita esta actividade, se queremos flores nas nossas casas, temos de pagar o que elas custam ou então apanhar flores silvestres, manter umas sardinheiras na varanda, conservar bolbos num vaso que fica florido todas as Primaveras...

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Dombeya. burgessiae
Jardim botânico da FCL

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Em casa

Jacaranda mimosifolia + Dombeya x cayeuxii
Foi no Jardim Botânico da Universidade de Lisboa que Henri Fernand Cayeux criou a Dombeya x cayeuxii . Hoje esta planta fantástica é conhecida em todo o mundo e uma referência para todos os profissionais e amadores de jardinagem. A Dombeya do jardim botânico é muito provavelmente a mais antiga Dombeya x cayeuxii do mundo e está a florir neste momento muito bem aconchegada a um Jacarandá, companheiro de longa data.

A Soberba


Para estes senhores as árvores não servem para nada.

Esta é uma Dombeya aparentemente já com alguma idade vergonhosamente tratada.
Forum Picoas (Portugal Telecom)

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

2 de Fevereiro de 1954

Fotografia daqui
Nevão em Lisboa, o parque Eduardo VII ainda estava em obras, o buxo já tinha sido plantado

sábado, 27 de janeiro de 2007

A florir neste momento



Dombeya x cayeuxii (Sterculiaceae)

As Dombeyas do Jardim da Estrela, são a flor do dia no Botany Photo of the day

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Passeio virtual (link)


Pelo Cental Park. E perceber que em Portugal, infelizmente, não existem parques públicos nem tão pouco gente interessada em que eles existam.
Algumas das mais importantes intervenções na manutenção e modernização do Central Park, são levadas a cabo pela sociedade civil. É o caso dos Strawberry fields, uma área do parque dedicada à memória de John Lennon.
Os prados do CP são cartão de visita da cidade e todos os conhecemos, nem que seja de um qualquer filme americano. O Sheep Meadow, um prado com cerca de 6 hectares recebe no Verão uma média de 30 000 visitantes por dia.

Gostava agora de "puxar a brasa à minha sardinha" sugerindo que aquela horrorosa e muito mal cuidada amostra de topiária que é o centro do parque Eduardo VII, seja transformada num prado. Era mais ecológico, mais barato, mais bonito, mais fácil de manter, mais útil, mais moderno, mais lógico....
Assim vai a topiária no Parque Eduardo VII
Se por alguma razão (que confesso não entender) insistirem em manter viva esta homenagem ao estado novo, então, aconselho vivamente a que aprendam a tratar dela.
(continua)

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Árvores que contam histórias #3


metamorfose, originally uploaded by contemplar.

O que tentam dizer as árvores
no seu silêncio lento e nos seus rumores,
o sentido que têm no lugar onde estão,
a reverência, a ressonância, a transparência
e os acentos claros e sombrios de uma frase aérea.
E as sombras e as folhas são a inocência de uma ideia
que entre a água e o espaço se tornou uma leve
integridade.
Sob o mágico sopro da luz são barcos transparentes.
Não sei se é o ar se é o sangue que brota dos seus
ramos.
Ouço a espuma finíssima das suas gargantas verdes.
Não estou, nunca estarei longe desta água pura
e destas lâmpadas antigas de obscuras ilhas.
Que pura serenidade da memória, que horizontes
em torno do poço silencioso! É um canto num sono
e o vento e a luz são o hálito de uma criança
que sobre um ramo de árvore abraça o mundo.

António Ramos Rosa, 'cada árvore é um ser para ser em nós', p.37.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Melia azedarach
(...) João Sem Medo sentiu de súbito a carne converter-se numa matéria mais áspera e o sangue a correr de forma diferente nas veias.

Quis fazer um gesto. Impossível. Baixar as mãos. Não pôde. Exprimentou dar um passo. Em vão! Era como se o prendessem à terra raízes inexplicáveis.

Mas só quando um pardal lhe veio construir o ninho nos braços é que João Sem Medo compreendeu com espanto que estava metamorfoseado em árvore.

Texto de:
Aventuras Maravilhosas de João Sem Medo
- José Gomes Ferreira


Por vezes temos que ser nós a dar voz às árvores porque elas não podem gritar, e também porque sinto minhas as dores delas. Alguma coisa tem de ser feita acerca disto, disto, disto, disto, disto,............

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

À espera da Primavera, lindas como sempre.


quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Pinhal



Pinus halepensis
São reconhecidas as propriedades terapêuticas e revigorantes de um longo passeio pelos pinhais. Algumas horas despreocupadas caminhando pelo meio dos pinheiros, usufruindo dos seus odores, das suas cores e da tranquilidade da natureza, conseguem ter melhores resultados na cura dos comuns males de Inverno que a maioria dos remédios que podemos comprar para esse efeito.
Durante esses passeios procuro estar atenta às pequenas plantinhas que a maior parte das pessoas pisa distraidamente, algumas são plantas com virtudes terapêuticas extraordinárias, verdadeiros medicamentos naturais que já muito poucos conhecem e ainda menos utilizam. Do tempo em que se tinha que recorrer directamente à natureza para fins medicinais ficaram a grande quantidade de nomes populares (comuns) destas plantas e, mais importante, um grande respeito e veneração pela natureza, que nos meios rurais as pesoas mais antigas ainda mantêm. Tudo isso se está a perder e como estas insignificantes plantinhas não servem para nada estão a ser impiedosamente exterminadas.



Por esta altura no meu pinhal preferido as flores de Urze já perderam a cor roxa mas ainda estão bonitas.


Calluna vulgaris



Nomes comuns: Leiva, Mongariça, Queiró, Queiró-das-ilhas, Queiroga, Rapa, Torga, Torga-ordinária, Urze Urze-roxa, Quebra-panela, Mongariça, Carrasca, Barba-do mato,....
Usa-se Internamente como diurético e adstringente e externamente como anti-herpético (acne, herpes, etc.), descongestionante e analgésico.


As minúsculas florinhas azuis dos dos Jacintos-do-campo surgem junto à sua única folha, salpicando o chão das clareiras de pontinhos azuis.

Scilla monophyllos


Nomes comuns: Jacinto-do-campo, Cebola-albarrã, Cila-de-uma-folha,...
Planta bolbosa rica em substâncias activas e mesmo tóxicas. É diurética e expecturante. Externamente usam-se as escamas do bolbo (em verde) pisadas e formando cataplasma, aplicadas três ou quatro vezes ao dia cura os joelhos de àgua.

Começam também a florir umas pequeninas flores azuis, que à primeira vista podem ser confundidas com os conhecidos Miosótis, uma observação mais cuidadosa deixa claro que embora aparentadas estas flores não são as Orelhas-de-rato ou Miosótis-azuis. Na mesma família botânica (Boraginaceae) existem muitas espécies espontâneas em Portugal cujos nomes comuns não deixam dúvidas sobre o seu valor terapêutico, uma delas a Erva-das-sete-sangrias parece ser a florzinha azul do meu pinhal.
Lithospermum diffusum


Nome comum: Sargacinho, Erva-das-sete-sangrias, Erva-perlada, Sargaça-hispida, Sargaça-bastarda, Lágrimas.
Os pequenos frutos lustrosos são excelentes diuréticos
segundo diz o Dr. Oliveira Feijão no seu livro “Medicina pelas Plantas” editado em 1962 pela Livraria progresso editora.




quinta-feira, 4 de janeiro de 2007


quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

A minha cor

GREEN

You are a very calm and contemplative person. Others are drawn to your peaceful, nurturing nature.

Find out your color at QuizMeme.com!

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Lisboa com jacarandás

Os Jacarandás de Lisboa vistos do espaço, são uma visão maravilhosa, infelizmente tudo isto se torna triste quando deparamos com atrocidades destas.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Sangue azul


As Camélias no Porto onde são rainhas.