Dos nomes
no ganas nada con huir de mí
puesto que como dice el título de este poema
"We are suffering from plant blindness," she said.
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Rosa
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11.8.07
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Labels: Poesia
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10.8.07
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Labels: Lineu, Poesia, Realismo fantástico
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9.8.07
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Labels: Espaços-verdes
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7.8.07
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3.8.07
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Labels: maternidade
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2.8.07
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Labels: jardineiro
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1.8.07
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Já no Sec. XVI Garcia de Orta as conhecia por - Os Simples- dedicou-lhes mais de trinta anos da sua vida e deu-lhes o protagonismo nos seus Colóquios.
"O maior elogio que podemos fazer às práticas médicas de Garcia de Orta - e não é pequeno- é o de serem simples, terra a terra, sem sombra ou vestigios de sobrenatural."
Conde de Ficalho em Garcia da Orta e o seu tempo (1886)
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29.7.07
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26.7.07
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Labels: Fernando Pessoa, Poesia
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25.7.07
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Labels: mar
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24.7.07
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Agave americana L. a florir
Agave; Aloé-dos-cem-anos; Cacto-dos-cem-anos; Piteira; Piteira-brava; Piteira-de-boi
As Piteiras não são cactos, são plantas aparentadas com os Lírios e as Amarilis, as suas folhas são constituídas pelas fibras vegetais mais resistentes que existem, o sisal é extraído de uma Agave (Agave sisalana). A Piteira vive para armazenar nas suas folhas os nutrientes necessários para um único florir que é a sua morte.
E agora que tal um djembé de piteira?
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20.7.07
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Pinus pinea L. (7 anos)
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19.7.07
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A esta família de nome complicado, as Escrofolariáceas, pertencem algumas das minhas flores preferidas (pelo menos este ano), as Digitalis, as Linaria, os Antirrhinum majus, as Veronica ... E agora os Verbascum. Todas elas têm características comuns, a que eu mais gosto é a forma como vão florescendo ao longo de uma haste vertical.
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17.7.07
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16.7.07
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E se de todos os meus locais tivesse mesmo que escolher um e só um... Provavelmente escolhia este onde vivem as Perpétuas-das-areias e onde cheira a caril porque estas plantas a que os Ingleses chamam Curry-plant perfumam intensamente o ar que se respira com prazer.
E só espero do fundo do meu coração que este local nunca possa ter um dono que lhe ponha um muro.
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15.7.07
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Labels: mar
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14.7.07
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13.7.07
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Helichrysum stoechas. Compositae
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13.7.07
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O Verão este ano não está para grandes banhos, mar bravo, fortes nortadas, temperaturas baixas.... Mas valeu bem a ida à praia quando encontrei nas falésias as Anagalis que há muito procurava.
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11.7.07
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10.7.07
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Nigella damascena L. Ranunculaceae
Ainda há dias aqui me queixava de nunca ter encontrado uma Nigella damascena espontânea, estas flores espantosas, muito conhecidas e utilizadas em jardinagem no mundo inteiro, são espontâneas no sul da Europa, Portugal incluído, onde com alguma sorte podem ser vistas nos terrenos cultivados ou incultos. Curiosamente por cá não são muito utilizadas em jardinagem, e mais curioso ainda, esta inspiradora flor que tantos nomes comuns ganhou pelo mundo inteiro*, parece não ter nome em português.
*Inglês: Black Caraway, Black Cumin, Black Seed, Damascena, Devil in-the-bush, Fennel flower, Melanthion, Nutmeg Flower, Roman Coriander, Wild Onion Seed
Francês: cheveux de Venus, nigell, poivrette
Alemão: Scharzkummel (black caraway)
Italiano: nigella
Espanhol: neguilla
Indiano: kala zeera (lit, ‘black cumin’), kalonji, krishnajiraka
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8.7.07
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8.7.07
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Labels: Fernando Pessoa, Poesia
Mas agora sei com a respiração da parte de trás da cabeça. Hoje as flores sabem-me bem num paladar que se cheira. Hoje às vezes acordo e cheiro antes de ver.( Alberto Caeiro)
Era preciso agradecer às flores
Terem guardado em si,
Limpida e pura,
Aquela promessa antiga
De uma manhã futura.
Sophia de Mello Breyner